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Polêmica “Moacygames” x raivosos

Eu fiz boa parte desse texto para o meu perfil do Facebook e recebi o pedido de compartilhar ele com vocês. Claro que farei algumas mudanças necessárias para contemplar ainda mais informações, fatos e te manter com os melhores argumentos que encontrar. Primeiro vamos ao meu texto. Após ele, continuo com o conteúdo exclusivo para o blog.

Lembrando que entrarei no reino de fatos e suposições.
Um cara tem uma ideia legal, brigar para baixar preços de jogos no Brasil. A comparação jogos de consoles e jogos de PC é justa e cabida, afinal ambos tem caixa, manual e mídia. O preço, 99 reais, é bem mais justo que os 199 da época.
A coisa cresce muito rapidamente com inúmeros adeptos, já que todos querem gastar menos para manter seus vícios de acúmulo de jogos. Alguns políticos inescrupulosos tentam associar suas imagens à da luta para garantir alguns votos da juventude. Esses mesmo políticos somem depois das eleições.
Depois de algum tempo, um amigo de jogos e luta propõe a criação de uma associação e ganha o título de vice-presidente. Essa pessoa é dona de uma rede de lojas que vendem jogos fisicamente. Obviamente, a associação defende os interesses e representa tanto a distribuição digital quanto a física, logo, é natural que o vice-presidente use de sua influência para tentar dificultar o digital, afinal e ele vive do meio físico. Pra mim, já é conflito de interesses e ele nem deveria estar lá pra começo de conversa.
A coisa continua crescendo muito e rende uma entrada no governo para formar um conselho. É dito aos 4 ventos que não há remuneração, mas bem sabemos que as coisas no governo não funcionam assim e é quase certo que esse conselho conte com uma verba para reembolsar viagens e custos operacionais o que ao meu ver pode ser considerada uma remuneração, pois você representa uma associação e um conselho ao mesmo tempo, estará, ainda que sem querer, agindo no interesse de ambas ao mesmo tempo. Não chega a ser conflito de interesses, mas beneficiar uma associação com dinheiro público não seria correto, isso se realmente esse conselho tiver uma verba, como citei.
Para pessoas normais, falar em regulamentação significa desperdício de dinheiro público. Estudando um pouco de economia, eu descobri que é melhor o mercado se autorregular, através da livre concorrência e do consumidor pesquisando antes de comprar, os preços tendem a baixar. Claro que existem as exceções como cartéis, dumpings e etc. Para essas exceções, o correto seria usar a justiça. O governo regulamentar algo traz o peso de ter de analisar e dizer o que é certo ou errado. Por peso, entenda-se que algumas coisas precisarão do aval do governo, que bem sabemos dá uma resposta lenta. Além disso, o governo precisará de pessoas para analisar, o que implica em custos. Hoje, o nosso governo é marcado pelo tamanho excessivo da máquina e corrupção. Uma coisa ajuda a outra e vira uma bola de neve. Um governo que regula menos, é mais enxuto, é mais eficiente, mais barato e menos corrupto.
O tal senhor que iniciou o movimento, agora tem acesso aos políticos, pessoas com excelente oratória e assessores que montam argumentos convincentes para qualquer coisa. Não duvido que eles o tenham convencido de que regulamentar é bom, afinal traz mais empregos para o Brasil, mas qual o sentido de trazer partes da operação para um país caro e corrupto? Tem de ter aqui apenas as partes que fazem sentido ter e ponto.
Lembrando que o target no início eram jogos por 99 reais, como os de computador. Agora, 150-175 são aceitáveis. (Essa parte eu não encontrei embasamento em nenhum material oficial. Eles nunca mais falaram do target de preço, então entendam que mesmo tendo certeza de ter ouvido isso em uma entrevista, eu não posso afirmar pois sem fonte, deixa de ser verdade).
Enfim, essa é a minha visão sobre os fatos. Posso estar errado ou certo, pelo menos acredito ter coberto boa parte do que penso e do assunto.
Ah, estava esquecendo de dizer que é lamentável dar uma declaração cristalina 2x e depois desmentir, apagar comentários, proibir comentários das pessoas nos posts. Hombridade, você está fazendo isso muito errado.
Ah e não quero convencer ninguém. Só senti a necessidade de expor o que penso de maneira mais completa. É fácil jogar pedra? Sim. É fácil ajudar? Também. Só gostaria de ter menos promessas de “mudar o mundo dos games no Brasil” e mais ações. Lembrando que sou um reles consumidor comum. Não falo por ninguém, além de mim mesmo.

Acima você leram tudo que escrevi na íntegra. Só faltou o iníciozinho, que retirei pela falta de necessidade. Comecei mostrando o que penso sobre o assunto porque eu fiz um apanhado do que acho de toda trajetória da pessoa em questão.

Voltando aos fatos, um bom post é o do Kotaku. Ele mostra declarações infelizes que foram feitas à uma revista e à um videocast. Em ambos, ele deixa claro que pretende brigar pela regulamentação/taxação das distribuições digitais no pais. Nem preciso dizer que muitos jornalistas que tinham medo de se expôr viram uma perfeita oportunidade para voar com a faca no pescoço do alvo. Todos começaram a falar em taxar o Steam e o assunto tomou, pela primeira vez, o corpo/importância que deveria ter tomado desde o início da luta do Moacyr.

Bom, o pessoal tinha a munição perfeita para disparar livremente. O alvo era grande e difícil de errar. Era esperada alguma reação ou resposta, mas eu confesso que não esperava por algo tão… Idiota, se me permitem o uso desse adjetivo.  Eles criaram uma carta aberta, tentando desmentir as falas de seu presidente. Como disse à um amigo jornalista, seria mais digno e correto, se ele dissesse, “desculpem o comentário infeliz. Me expressei mal. Aproveito a oportunidade para corrigir os fatos”. É lamentável, mas cada um reage de um jeito.

Em 2011 ele já deu uma entrevista em que disse exatamente:

Qual a sua opinião sobre o Steam? Você vê a possibilidade de termos lojas brasileiras oferecendo um serviço similar?

Acho o Steam uma coisa muito boa, uma tendência de futuro. Mas infelizmente o Steam não é nacional. Na prática é uma importação. Para o usuário é ótimo, mas para o Brasil é péssimo. É por isso que pensamos em uma Associação.”

Um erro é atribuir tudo ao Jogo Justo, como pode ser visto neste vídeo do youtube a partir do 3:09.

Aproveitando a oportunidade, trago o outro lado do problema. Não posso apenas citar as coisas negativas. Meu intuito é trazer mais fatos com uma pitada de personalidade e posicionamento. Por isso, vamos desmistificar algumas coisas:

  1. Ele não é o anticristo, nem tão pouco o salvador.
  2. O imposto proposto seria pequeno, algo que não aumentaria o valor de um jogo de distribuição digital a ponto de igualar os preços. Se me permitem um chute, seria algo no máximo de 10%.
  3. Não estou de forma alguma dizendo que ele agiu de má fé, que está traindo o movimento ou qualquer reclamação desse tipo. Estou sim reclamando da ausência de resultados. Toda hora vemos no twitter e etc “em breve anunciarei algo que vai revolucionar a indústria de games no Brasil” e o anúncio nunca vem.
  4. As promoções do dia do Jogo Justo e o mais recente “Eu tô legal”, possuem preços e títulos duvidosos. As magazines costumam fazer promoções para seus cartões com preços e títulos muito mais atraentes.

Uma última observação importantíssima. No TechTudo, fizeram uma entrevista aonde, para mim, a defesa foi feita de maneira corretíssima:

“O Steam já possui suporte para nosso idioma, e eu não tinha conhecimento disso (na época da entrevista no YouTube), e peço desculpas pela maneira que foi interpretada a questão, pois eu não me expressei bem.”

Sua cabeça é o seu guia. Os fatos e delírios aqui transformados em palavras e texto, são fruto da minha cabeça. Tem muita opinião pessoal aqui e tentei trazer informações suficientes para que você não se sinta perdido na discussão. Não nos cabe julgar, por isso peço que comente o que você pensa. Respeitamos demais a liberdade de expressão. Só peço que nos ajudem com comentários coerentes, como sempre fizeram até hoje. Evitem coisas do tipo “chupa Jogo Justo” ou “eu amo o Moacyr”. Certo ou errado, ele é uma pessoa como nós e merece ser respeitado, assim como temos nos respeitar para manter o alto nível da discussão. Para você, o que isso tudo significou?

Um rumor chamado SteamBox

Há anos a Steam traz alegria aos gamers da plataforma PC. Suas promoções nos levam a gastar aos tubos. A Valve sempre se mostrou interessada em manter sua plataforma em constante evolução. Graças ao bom que não temos o típico pessoal do mimimi pra reclamar das mudanças do Steam, como vemos fazendo com as mudanças do Google ou Facebook.

Chegando ao ponto que interessa, o pessoal do Joystiq já havia noticiado que a Valve estaria flertando com o universo dos consoles. Não desenvolvendo jogos como antes, mas sim criando a sua própria plataforma. Isso ocorreu em Março deste ano. Agora, o Engadget descobriu uma vaga para um experiente engenheiro eletrônico, com a descrição de “preparar aos consumidores uma nova experiência em jogos”. Pela descrição, o cara realmente precisa estar apto para a criação de dispositivos do 0 (zero). Sejam eles controles ou até mesmos consoles!

Certeza sobre o que vai sair disso ainda não temos, mas só de haver a possibilidade, podemos analisar os impactos disto. Imagina você tendo a possibilidade de adquirir pelo preço de um Xbox um dispositivo que te permita rodar a grande maioria dos jogos que você já possui no Steam. Seria simplesmente fantástico para as pessoas que não dispõem de um computador próprio para jogos. Quem não ficaria feliz com a iniciativa seriam a Microsoft e Sony, uma vez que já têm de se deparar com uma mudança no cenário atual, aonde as pessoas foram surpreendidas pela proposta do Wii e com a guerra dos dispositivos móveis, mais e mais pessoas jogam nessas plataformas. Com um novo competidor em campo, essas 2 empresas terão de suar um pouco.

Eu não citei a Nintendo, porque eu não acredito que a Valve desenvolva algo seguindo o estilo Nintendo, priorizando a experiência. Acredito que ela fará algo intermediário. Algo que possibilite à uma hardcore gamer usar um dispositivo similar à uma mouse e um teclado. Digo similar porque não creio que joysticks resolvam os problemas da Valve, afinal, muitos dos jogos do catálogo são feitos para PC (teclado + mouse). A Nintendo conseguiu se isolar em uma bolha. Um terrenos aonde Microsoft e Sony tentam pisar. A Sony parece ter desistido por agora. Enquanto que a Microsoft vêm investindo agressivamente em marketing para atrair mais e mais adeptos.

Claro que as plataformas móveis, que citei anteriormente, não causam diretamente perda de consumidores de consoles caseiros, mas com certeza é possível que em um futuro não muito distante, as pessoas irão optar por jogar nos celulares pela praticidade, uma vez que consoles tradicionais requerem uma TV e dentro de uma casa habitada por muitas pessoas, a disputa por ela, a TV, é sempre grande. E claro que para essa troca ocorrer, seria necessário uma geração tão potente quanto os consoles da atual geração.

Pelo nome, somos levados a acreditar que se trata de um dispositivo para plugar na TV.

O futuro é incerto e esse projeto da Valve pode nem ser um console, mas fiz questão de fazer esse texto para ver o que vocês acham. Gostaram? Gostariam de ver mais textos desse tipo?

fonte: Joystiq, The Verge, Engadget

Portal de graça no Steam


Para quem não tem, aproveite a oportunidade, Portal esta de graça no Steam até dia 20 deste mês.
Clique neste link e depois em “instalar jogo”.

Steam – COD MW3 e From Dust

A EA não permitirá a venda do Battlefield 3 no Steam, mas a pré-venda do COD Modern Warfare 3 já está disponível.

Um outro jogo disponibilizado hoje e que me despertou muito o interesse é o From Dust, originalmente lançado na live arcade do Xbox 360, o jogo faz a estréia nos PCs. Ele é uma espécie de “simulador de deus”, lembrando pela descrição o antigo Populous do PC, lançado em 1989 – apesar da pouca idade na época, joguei muito esse jogo 🙂

Se eu utilizasse o PC/Steam como principal plataforma de jogos, compraria o COD MW3 só p/ aumentar as vendas em relação ao BF3 em protesto a EA em não permitir a venda digital dele nos concorrentes da Origin (que pertence a própria EA). Mas como vou comprar o COD MW3 no 360, não participarei da “retaliação”…

Obs: Os posts hoje atrasaram e serão poucos. A TIM resolveu colaborar e esta com o sinal 3G indisponível / oscilando. Eu sai da OI achando que iria melhorar e deu na mesma…

É fã de quake ?


São todos os jogos da série, mais Brink, os da série Fallout (incluindo expansões), The Elder Scrolls III e IV por US$69,99.
Vale a pena conferir.

From Dust PC

Se interessou pelo From Dust da Xbox Live e se arrepende de também ter migrado a tua conta para a Live Br ? Ele esta em pré-venda no Steam pelo mesmo preço do lançamento na Live US.
Eis um jogo que irei comprar. Ainda não sei onde, vai depender do meu tempo de castigo na Live Br ou alguma promo do jogo no Steam…
Link: From Dust

Rumores – BF3 (steam / frostbite)

Alguns rumores a cerca do novo jogo da franquia já cairam por terra (a de que o jogo nos consoles não suportaria a nova engine – Frostbite 2.0 – já foi desmentida pelos desenvolvedores), porém os rumores de que ele não será vendido no steam se mostram cada vez maiores, uma vez que na relação de lojas que venderão o jogo on-line não incluíam o Steam.
Motivo da polêmica ? O steam por ser a maior loja de jogos on-line também acaba servindo de “plataforma” para os pcgamers que preferem manter a sua coleção em um único ambiente.
Particularmente não me importo muito em qual loja irei comprar determinado jogo, dependendo do preço acabo comprando em uma ou outra.
Um jogo não lançado em determinada loja on-line é impeditivo para vocês compra-lo ?


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