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Resenha de God of War Ascension

A sexta parte de uma das principais franquias da Sony se passa cronologicamente antes de todos os outros. Se você ainda não jogos os demais, fica o aviso que este jogo tem um spoiler importante.

Em God of War Ascension, Kratos rompe sua jura ao deus da guerra Ares e é perseguido e capturado por Tisífone, Megera e Alecto, da lenda grega das Fúrias (ou Erínias), entidades que personificam a vingança. Kratos busca derrotá-las e, com isso, livrar-se efetivamente de seu vínculo a Ares.

Uma crítica comum a todos os jogos da franquia era o combate simples, que deu origem à piada acima. Finalmente esse ponto fraco foi revisto de maneira convincente pelo estúdio Santa Monica e agora deve-se abordar cada batalha com alguma tática, em vez de simplesmente apertar o botão quadrado dezenas de vezes.

Boa mudança na jogabilidade são as armas encontradas no cenário e tomadas de inimigos. A lança e a funda são armas de arremesso. O escudo, a espada e o tacape pesado são armas corpo a corpo. Todas podem ser usadas em combinação com os ataques normais.

As magias foram outro aspecto que sofreram grandes mudanças. Elas afetam os golpes que podem ser dados com as Blades of Chaos.
Faço menção honrosa à dublagem em português do Brasil, que está acima da média de outros jogos. Kratos foi muito bem interpretado, embora não à altura de Terrence ‘T.C.’ Carson, o dublador original do personagem.


Habemus multiplayer

O modo multijogador introduzido em Ascension é uma alternativa muito melhor para aumentar a vida útil do jogo do que os desafios existentes nas versões anteriores. Tem um modo deathmatch, um deathmatch de times e também um modo cooperativo. Em todos eles, além de descer o sarrafo impiedosamente em outros guerreiros ou monstros, pode-se interagir com o cenário para cumprir objetivos e ganhar pontos.

No multiplayer, seu guerreiro ganha poderes e progride de acordo com o deus a quem ele jura lealdade e pode ser personalizado com arma, armadura, itens e marcas (tatuagens) semelhantes à de Kratos.

Pontos positivos

  • Combate melhorado
  • Cenários e personagens muito bem detalhados
  • Modo multiplayer

Pontos negativos

  • O sistema de progressão das magias poderia ter sido melhor.
  • Patches estão deixando o jogo desnecessariamente mais fácil.

E vocês, o que acharam do jogo? O que melhorou e o que piorou?

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Resenha de Assassin’s Creed III

Cuidado. Spoilers leves sobre o roteiro.

O quinto jogo da franquia se passa no século XVIII durante a Revolução Americana (independência dos EUA) e como de costume na série, somos apresentados a versões de figuras e eventos históricos desse período. Também conhecemos um terceiro protagonista, o que motivou essa iteração a se chamar Assassin’s Creed III.

O novo herói é Ratonhnhaké:ton (pronuncia-se ‘radunraguédun’ ) da tribo dos Kanienké:haka (apache), filho de mãe índia Kaniehti:io (pronuncia-se ‘kaniedzío’) e pai inglês Haytham Kenway, que se conhecem e se envolvem quando Haytham descobre um artefato que o leva a viajar para as colônias americanas para procurar uma sala cofre da Primeira Civilização a fim de descobrir seus segredos.

Após sua aldeia ser atacada por Templários que buscam estender seu domínio na região, Ratonhnhaké:ton, ainda criança, é instruído a procurar a Irmandade dos Assassinos para proteger a região de seus inimigos milenares. Ele encontra Achilles, o primeiro assassino das colônias, agora um idoso quebrado que vive em uma mansão mal cuidada. Este rebatiza Ratonhnhaké:ton como Connor e ensina a ele a filosofia dos Assassinos, além de educá-lo em várias disciplinas pelo restante de sua infância e adolescência até o início de sua idade adulta. A partir de então, Connor passa a lutar junto às tropas patriotas (pró colônias americanas) contra o exército inglês e os Templários infiltrados nele.

Enquanto isso, no presente, Desmond Miles e os demais Assassinos encontram a mesma sala que Haytham procurou e passam a fazer missões de recuperação de fontes de energia adequadas ao redor do mundo, procurando sempre chegar na frente da Abstergo, a empresa que representa os Templários na época atual. Uma dessas missões se passa no Brasil durante um evento de MMA. Mais atual, impossível.

Para dar um tempo da história, o jogo oferece diversas atividades e desafios, como caça de animais, missões de entrega de itens, clube da luta e a mais inovadora: missões navais! Connor é o capitão de um navio cheio de canhões e seus artilheiros ansiosos para transformar navios inimigos em destroços. Você deve gritar aos seus marujos o quanto de velas devem ser abertas para controlar a velocidade do navio e prestar atenção a tempestades com ondas gigantes que podem te causar dano. Estão disponíveis upgrades para seu navio conseguir enfrentar as missões mais difíceis.

Como em Brotherhood e Revelations, você pode mandar seus recrutas assassinos para outras colônias para executarem missões e se desenvolverem, aumentando sua eficiência quando você precisa de ajuda em certas missões e combates. Foram introduzidas novas formas de interação com seus assassinos. É interessante ler os artigos da Base de Dados Animus conforme eles são disponibilizados pelo colega de Desmond, Shaun Hastings, que tempera seus textos com um humor muito sarcástico. Os minigames de tower defense de Revelations foram piedosamente descartados nesta versão.

A economia sofreu uma mudança muito bem vinda em relação ao jogo anterior: em vez de atualizar casas de ferreiro, bancos e alfaiates, você convida pessoas habilidosas a morarem na fazenda de Achilles e desenvolverem suas atividades ali. Elas disponibilizam suas matérias-primas para você combiná-los em produtos e exportá-los para outras cidades e países por meio de comboios terrestres ou navais e ganhar dinheiro com isso. Pelo mesmo mecanismo, você pode obter armas e upgrades para seus suprimentos, como aljavas maiores para suas flechas. No geral, a economia é mais significativa nesta versão do que nas anteriores.

Na parte técnica chama a atenção o novo engine AnvilNext, que permite escalar árvores e andar em seus galhos, andar e correr na neve alta demonstrando dificuldade. O combate ficou mais fluido, o que resolveu esse grande ponto fraco na série como um todo. O controle do personagem está mais distante da forma de controle de marionete tradicional na franquia, sendo uma tendência iniciada em Assassin’s Creed Revelations e agora mais impactante na jogabilidade.

Para quem não se dá bem com o idioma inglês, estão disponíveis para todas as plataformas legendas e dublagens em português do Brasil.

O jogo multiplayer chegou à maturidade, melhorando um pouco em relação ao Revelations, que já era bom. Ganhou o modo Matilha de Lobos, em que jogadores humanos devem assassinar inimigos controlados pela inteligência artificial antes que o tempo acabe. Cada assassinato entrega pontos que aumentam o tempo restante. As chaves para grandes pontuações são a discrição e os assassinatos sincronizados, quando você e seus colegas eliminam seus alvos ao mesmo tempo.

O multijogador também oferece uma série de recompensas para os jogadores se desenvolverem ao nível máximo e cumprirem seus desafios: itens de personalização, artigos da Abstergo e versões alternativas de vídeos do modo história. Ele também introduz micro transações com dinheiro real para se adquirir itens de jogo que normalmente são disponíveis apenas por meio de evolução ou cumprimento de desafios.

O saldo geral é muito positivo: a história envolvente e o multiplayer empolgante proporcionam muitas horas de diversão.

Pontos positivos

  • Personagens muito bem construídos
  • O roteiro é uma aula de como contar uma história
  • Missões navais!!!
  • Novas mecânicas de jogo (combate, saúde, upgrades, exploração de mapas)
  • Índios falando no idioma apache conferem autenticidade
  • Vídeo introdutório com o resumo dos jogos anteriores e dublagem e legendagem em português tornam o jogo mais acessível

Pontos negativos

  • A nova forma de controlar o personagem não é uma evolução em relação ao controle “marionete” e dificulta a vida dos fãs antigos da série, principalmente em momentos decisivos.
  • O mecanismo de economia tem usabilidade ruim, é meio chato e exige mais tempo do que estou disposto a gastar com ela
  • Muitos bugs, glitches, tilts, trecos e piripaques

Respondam nos comentários quem já jogou ACIII e o que achou dessa obra. Que partes do jogo chamam à atenção positivamente? Gostaram da mudança nos controles? O que acharam do final?

inFamous: Festival of Blood‏

Este não é uma expansão nem continuação. É um episódio à parte da cronologia da saga, em que Zeke narra a uma garota no bar os acontecimentos de uma noite em que New Marais é infestada por vampiros. É vendido exclusivamente na PSN.

Ao escutar gritos vindos de uma igreja, Cole investiga e é mordido por Bloody Mary, a líder vampira, que o avisa que ao amanhecer ele se tornará escravo dela para sempre. Cole tem poucas horas para encontrar uma cruz especial para derrotar Bloody Mary e voltar ao normal.

Aqui não há karma; os poderes de Cole progridem de uma única maneira conforme o jogo avança e você executa certas tarefas. Além dos poderes elétricos, Cole recebe o poder vampírico de se transformar em um banco de morcegos e voar rapidamente até um local. Esse poder também pode evoluir para durar mais tempo e deve ser recarregado sugando o sangue de civis e enfiando estacas em vampiros. Cole também ganha a visão vampírica, que o permite distinguir entre humanos e vampiros disfarçados. Cole perde seu Amp e improvisa uma grande estaca de madeira para seus ataques corpo-a-corpo.

Este jogo se limita à parte Sul de New Marais e os únicos inimigos são vampiros de diferentes tipos, cada um exigindo uma tática diferente para ser derrotado. Os mais difíceis são os primogênitos, que se disfarçam de humanos e, se você os morde sem perceber, começam a vampirizar rapidamente as pessoas próximas, dificultando muito a batalha.

Um detalhe legal é que Bloody Mary passa a noite inteira (que é a duração da aventura) disponível para lutar no cemitério da cidade, mas a derrota é certa sem a referida cruz.

inFamous: Festival of Blood usa o mesmo engine de inFamous 2 e também permite criação e compartilhamento de missões.

 

Pontos positivos

  • Os poderes vampíricos renovam o universo do jogo.
  • Narração do Zeke.
  • Final muito engraçado.
  • É barato. Deve estar custando uns 8 obamas atualmente. Eu peguei em promoção por pouco menos de 4 libras.

Pontos negativos

  • Muito curto. Deve ter umas 4 horas de duração. Ao menos equilibra o custo/benefício, por ser barato.
  • Não há muito o que se fazer após finalizar o jogo.
  • Não há um atrativo que te faça jogar novamente.

 

E vocês, o que acharam do jogo? Acreditam que uma continuação seria bem-vinda?

inFamous 2

Nesta continuação de inFamous, algum tempo após derrotar Kessler, o homem elétrico Cole McGrath é atacado pel’A Besta em Empire City e sacrifica seus poderes em um ataque de máxima intensidade para derrotá-la temporariamente.

Em seguida seu novo contato no FBI o informa que na cidade de New Marais há um cientista que desenvolveu a Ray Sphere e pode restaurar sua força e desenvolver uma forma de derrotar A Besta. Cole viaja para lá e começa a corrida contra o tempo: enquanto Cole se recupera, A Besta sente sua localização e começa a viajar em sua direção, deixando um rastro de destruição e morte pelo sudeste dos EUA.

Em New Marais, descobre uma cidade atingida pela mesma praga que dizimou a população de Empire City: a radiação da Ray Sphere. New Marais é dominada por três facções: uma milícia armada criada por um milionário influente para suplantar a autoridade policial, uma nova geração de conduítes (como são chamadas as pessoas que possuem genes ativados pela radiação da Ray Sphere) com poderes baseados no gelo e por último, mutantes do Pântano, criados em laboratório a partir de conduítes.

A jogabilidade é quase a mesma do antecessor. Cole escala prédios, flutua temporariamente e desliza por cabos elétricos. Executa os mesmos tipos de missões e desenvolve poderes diferentes de acordo com suas decisões kármicas. Uma primeira análise indica que é mais do mesmo, mas a história coesa, o roteiro marcante e as melhorias gráficas renovam a experiência.

A progressão dos poderes ficou diferente: eles são destravados quando se executa certas tarefas e, em vez de simplesmente aumentar a força dos ataques, ganham formas diferentes de uso. Por exemplo, o raio tem modos para ser espalhado para atingir vários inimigos ou ganhar potência para matar alguém mais rápido ou ganhar alcance para atingir alvos a grande distância. A granada pode se espalhar para atingir uma área maior ou colar em um inimigo ou congelar o inimigo atingido. Sim, existem alguns poderes de gelo.

Cole também ganhou uma arma, o Amp, uma espécie de tacape de metal em formato de Y usado em ataques corpo-a-corpo, que levam a bonitas sequências de golpes finalizadores que repõem sua energia.

Uma boa novidade são as missões em conjunto com as personagens secundárias Kuo e Nix, uma possui poderes baseados no gelo e representa o lado heróico do karma e outra possui poderes mais voltados ao fogo e representa o karma inFame.

Na parte gráfica, os personagens ganharam muito mais detalhes, principalmente no rosto. Os cenários foram muito bem construídos. New Marais é uma versão imaginária de New Orleans pós-Katrina e sua área inundada é a mais surpreendente.

inFamous 2 conta com um modo de criação e compartilhamento de missões, em que se escolhe cenário, inimigos, objetos, objetivos e até mesmo diálogos por texto e cutscenes. Joguei diversas missões da comunidade e achei verdadeiras pérolas, que vão desde um Pac-man em terceira pessoa até exercícios de escalada no limite da atmosfera.

 

Pontos positivos

  • História cativante. A junção dos dois jogos forma uma verdadeira saga.
  • Decisões kármicas mais significativas, levando a uma inesperada reviravolta e finais surpreendentes e tocantes.
  • Aprofundamento nos personagens secundários, mais empáticos.

Pontos negativos

  • Poderia ser um pouco mais difícil. É bem fácil de finalizar, mesmo no modo de dificuldade maior.
  • O novo dublador do Cole é meio canastrão.
  • Poderia haver mais variedade de missões.

E vocês, o que acharam deste jogo? É para manter na coleção ou passar para frente após ver os dois finais? Será que rola uma continuação? Alguém aí ainda não jogou o primeiro inFamous?

Assassin’s Creed: Revelations

Neste jogo Ezio parte para Masyaf para desvendar os segredos da biblioteca construída por Altaïr Ibn La’Ahad. É interrompido por templários que buscam os mesmos segredos e parte para Constantinopla (atual Istambul, capitão da Turquia) para procurar pelas chaves que abrem as maciças portas da biblioteca, correndo contra os templários. Lá descobre que a cidade está tomada por templários bizantinos, que lutam contra o poder do sultão otomano, e ajuda a organizar e treinar o clã de assassinos locais.

Uma sacada muito boa do jogo é uma cena no começo, quando Ezio encontra Yusuf, o líder dos assassinos locais, e se refere ao advento do sultanato como a queda de Constantinopla, enquanto Yusuf se refere ao mesmo acontecimento como a conquista de Konstantynnie. Apesar de ambos serem da Irmandade dos Assassinos, isso evidencia suas diferenças culturais.

Neste jogo, Sophia Sartori, uma mulher nascida em Veneza e moradora de Constantinopla (ou Konstantynnie), faz o papel de Leonardo da Vinci nos dois jogos anteriores e ajuda Ezio decifrando anotações em um mapa que revela os livros de Nicolau Polo e anotações nestes, que marcam as localizações das chaves de Masyaf. Cada chave é também uma memória de Altaïr (ele aprendeu a armazená-las devido ao seu prolongado estudo do Pedaço do Eden, tecnologia da Primeira Civilização). Ezio tem acesso a essas memórias e por elas testemunhamos o que acontece com Altaïr após o primeiro jogo da série, até o fim de sua vida, que foi um momento brilhantemente realizado pela Ubisoft, embora a motivação para seu último ato tenha ficado um tanto obscura. Alguém me explica melhor?

Similares aos templar lairs dos dois jogos anteriores, onde se exercitava as habilidades de escalar paredes para buscar as chaves para obter as armaduras de Altaïr e Brutus, são os lugares onde se encontram as chaves de Masyaf, e por isso sua visita se torna obrigatória.

Em meio à luta contra os templários bizantinos e a procura pelas chaves, Ezio se aproxima do príncipe Solimão, neto do sultão e dividido pela guerra entre seu pai e seu tio pelo trono do sultão doente. Posteriormente descobre que o tio em guerra está ligado aos templários e também está atrás dos segredos de Altaïr.

Algumas poucas vezes a história de Ezio é interrompida e você passa a controlar Desmond Miles em um espaço de memória do Animus em que ele foi colocado emergencialmente após seu colapso no final de Brotherhood. Na Ilha Animus ele recebe ajuda do agente Dezesseis para recompor sua mente e poder voltar ao seu corpo. Parte desse processo envolve revisitar sua memória em fases de plataforma que, me parece, foram feitas para substituir os quebra-cabeças espalhados pelo Dezesseis em AC II e Brotherhood. São fases meio chatinhas, mas piedosamente curtas e opcionais.

Treinamento de recrutas, envio deles para missões em outras cidades e Defesa de Covil oferecem diferentes tipos de pausas ao andamento da história. A defesa de covil acontece quando seu status passa a ser notório e você continua chamando a atenção dos guardas. Nesse caso os bizantinos invadem um dos covis dos Assassinos e você deve agir como um mestre, posicionando assassinos e barricadas para conter o avanço dos templários. Bem difícil, requer alguma aptidão para o gênero tower defense.

São novos os modos multiplayer deathmatch – semelhante ao Wanted do Brotherhood mas em cenário bem menor -, o modo Corruption – em que um único jogador começa com o papel de perseguidor e suas vítimas passam a perseguir as vítimas restantes – e um outro modo em que você escolhe livremente qual dos demais jogadores será seu alvo. Os modos Alliance e Advanced Alliance deixam de existir. O multiplayer passou a exigir que a cada alvo designado você conquiste o status de incógnito, para assim ganhar mais pontos pelo assassinato, tornando o jogo mais recompensador para quem tem habilidade e paciência. Os jogadores que cumprem suas missões sem furtividade nenhuma ganham pouquíssimos pontos.

Pontos positivos

  • Cenário belíssimo.
  • Novos modos multiplayer são interessantes.
  • Multiplayer premia jogadores mais habilidosos.
  • Ezio muito bem caracterizado como um homem de meia idade.

Pontos negativos

  • Bombas não acrescentam à jogabilidade.
  • Itens de arquitetura urbana comuns aos demais jogos da séries, mesmo estando em lugares com culturas diferentes.
  • Não explica nadinha sobre os porquês e os depois do final do jogo anterior.
  • Mais um final de jogo totalmente enigmático, que não explica nada do que há por vir, mas ao mesmo tempo, te tira o sono pensando nisso.

Sou suspeito pra falar dessa série, mas acho que foi um jogo muitíssimo bem feito, embora seu roteiro não seja empolgante como o de AC II. É mais do mesmo, mas eu gosto demais.

Recomendo fortemente que assistam a animação Assassin’s Creed: Embers, disponível na PS Store por um punhadinho de doletas, para saber o que acontece com Ezio depois deste jogo. Muito mais bem feita e com história mais legal que aquela porcaria stop motion chata que foi Assassin’s Creed: Ascendance.

Quem mais jogou esse jogo? Tem alguma impressão diferente? Se divertiu com o multiplayer?

Star Wars: The Force Unleashed II

Contém SPOILERS pesados sobre o primeiro jogo da série e sobre o roteiro do segundo.

Esta continuação se baseia no final do lado iluminado da força do jogo original. Após a morte de seu aprendiz, Darth Vader cria um clone dele e passa a treiná-lo.

No entanto, o novo Starkiller tem suas memórias intactas, inclusive seu afeto pela piloto Juno Eclipse. Ele escapa do planeta Kamino, onde era mantido em um enorme laboratório de clonagem e parte para o planeta Cato Neimoidia para resgatar seu amigo jedi General Ram Kota, capturado e obrigado a lutar em uma arena de gladiadores. Este afirma que é impossível clonar jedis, plantando a dúvida em Starkiller, se ele é o original ou um clone.

Kota pede ajuda para um ataque em larga escala a Kamino, mas Starkiller tem uma visão de Juno sendo ferida e fica dividido, preferindo ir ajudá-la. No entanto, Jango Fett sequestra Juno e a leva para Kamino, como plano de Darth Vader para atrair e destruir seu aprendiz.

Pontos positivos

  • O mote do retorno ou clonagem do aprendiz é bastante forte.
  • Visual melhorado.
  • Evolução do personagem via flashbacks de sua vida pregressa foi uma sacada excelente.
  • Controle mental, o poder mais legal do jogo, faz grupos de inimigos se matarem ou se enfrentarem.
  • Dois sabres de luz.
  • É Star Wars!

Pontos negativos

  • Jogo muito encurtado em relação ao anterior, não permitindo você sentir por mais tempo a angústia pela dúvida se Starkiller é o original ou uma cópia.
  • Embora ambos os finais sejam fortes, nenhum deles se encaixa na trilogia original, como aconteceu no primeiro jogo, em que a morte do aprendiz no final bom inspira a criação da Aliança Rebelde.
  • Nenhuma sutileza ao apresentar os caminhos para finalizar o jogo. Aparecem as opções Dark Side e Light Side na tela e o botão correspondente a cada opção.
  • Evolução do personagem simplificada.
  • Pouca variação de cenários e inimigos e poucos personagens.

Concluindo, bom para fãs tarja-preta de Star Wars e caça-níqueis meia boca para quem gosta de jogos mais imersivos. Muito aquém do jogo original, principalmente por sua duração curta.

Quem mais jogou? Acha que alguma coisa poderia ter sido feita de forma diferente?

Atualização: o replay deste jogo é como seu filme favorito da Sessão da Tarde: uma vez a cada dois anos. Por isso, a produtora colocou uns desafios, alguns médios e outros bem difíceis. Teve um que precisei suar sangue pra conseguir o tempo necessário para ganhar um troféu.

Baixei um DLC que se passa após o final do lado negro, em que o aprendiz toca o terror nos Ewoks em Endor, batalhando com Han Solo, Chew e Leia. É divertido e muito barato pelo tempo de jogo que oferece, custando menos de uma libra na PSN UK. Bem melhor que os DLCs de Tatooine e Hoth do primeiro jogo, que ainda custam escorchantes oito libras e só dão 30 minutos de jogo. Um roubo.

Para finalizar, uma mudança de opinião e um SPOILER: vendo novamente o final do lado negro, penso que ele é o final canônico da história, criando o status quo que se vê no início da trilogia clássica, já que mata os personagens secundários e mantém Vader em liberdade para continuar fazendo o mal em uma galáxia muito, muito distante.

DC Universe Online – Algumas impressões por Gustavo Cocina

O texto abaixo foi um comentário num post sobre o DC Universe Online, como ficou excelente, mereceu virar post para ser lido por mais pessoas:
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trailer do 1o dlc

Eu não sabia bem o que esperar quanto a jogabilidade, porque não tive curiosidade de procurar vídeos, mas fui muito compelido a experimentar esse jogo por causa do fantástico trailer pós-apocalíptico em 1080p disponível na PS Store. E também por se basear no universo de heróis do qual eu consumia vorazmente as histórias desde a adolescência até uns dois anos atrás, antes dos filhos e do PS3 😀 .

Nunca joguei um MMORPG antes, então a coisa natural a fazer foi procurar analogias com o Diablo II, que é minha única experiência significativa com jogo online e um dos poucos RPGs que joguei. Me causou estranheza o monte de gente completando suas missões no mesmo lugar que eu, muitas vezes até atrapalhando um pouco. Por isso achei um pouco chato como tudo nunca muda. Os inimigos Continue lendo ‘DC Universe Online – Algumas impressões por Gustavo Cocina’


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